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IBOGAÍNA: A droga que cura a dependência


Tratamento com Ibogaína é o que existe de melhor para a reabilitação de dependestes de drogas ou álcool.


A Ibogaína é uma substância tirada da raiz de uma planta africana chamada Tabernanthe Iboga.


Na África a raiz da planta é chamada de “iboga” ou “eboka”, lá sempre foi usada para em rituais religiosos buscando a cura de doenças do corpo e também da alma. Essa raiz tem em torno de 12 alcalóides diferentes, dos quais o psicoativo ibogaína é apenas um, ainda existem a tabernatina ou a ibogamina, que também são psicoativos.

Hoje o principal motivo da procura pela Ibogaína tem sido por sua capacidade quase milagrosa no que se refere ao tratamento da dependência de drogas e do álcool.

O Brasil é um dos pioneiros envolvidos em estudos científicos e experiências que comprovaram que uma única administração de ibogaína é suficiente para acabar com os sintomas da abstinência e reduzir o desejo de uso de drogas durante muito tempo após a sua administração.

O uso da Ibogaína tem ajudado os toxicodependentes a compreenderem e reverterem seu conceito em relação às drogas e mudar seu comportamento em relação ao uso de quaisquer substâncias, sejam elas drogas lícitas ou ilícitas.


IBOGAÍNA, VALE A PENA?

O dependente que queira realmente se libertar das drogas, sejam elas, lícitas ou ilícitas, hoje tem uma enorme possibilidade ao seu alcance. O tratamento com ibogaína vem apresentando mais de 80% de eficácia em reabilitação, enquanto os tratamentos tradicionais esse índice é de 5% a 10%.

O dependente precisa passar por avaliação física e psicológica, por um pequeno período de abstinência e ser acompanhado periodicamente durante a administração da ibogaína por um profissional da área da saúde. Por se tratar de um produto fitoterápico, nenhum efeito colateral com grande gravidade foi relatado em tratamentos, apenas um estado duradouro entre a vigília e o sono.

É concomitante o uso do Heantos, para amenizar os sintomas da abstinência. Para se entender o alcance dos benefícios do tratamento com ibogaína, ela não só é usada no tratamento da dependência química e alcoolismo, como também é usada no tratamento de depressão, transtorno de deficit de atenção e hiperatividade, além de outras doenças psicossociais.

A AÇÃO DA IBOGAÍNA

A ibogaína é um alcalóide indólico enteogênico, tem denominação química de 12-metoxibogamina capazes de antagonizar por ser um inibidor da colinaesterase, uma enzima estimulante que afeta o sistema nervoso central e ajuda a anular a ação de uma série de alcalóides ou compostos orgânicos nitrogenados de intensa bioatividade sobre o cérebro, como a cocaína, crack, heroína e morfina, dentre outros.

Isso permite que áreas do cérebro relacionadas com a dependência sejam reparadas e assim estimula a produção de neurotransmissores responsáveis pela produção do prazer: a serotonina e a dopamina.

São essas substâncias que podem explicar o desaparecimento da fissura pela droga relatada por dependentes logo após uma sessão de administração de ibogaína.

Desencadeando o que chamamos de mecanismo neurofisiológico da "viagem astral", o ponto de encontro entre a teoria que todo dependente que passa pelo tratamento narra e a visão científica, passando pela ‘bird eye image’, ou seja, o dependente assume uma projeção de si mesmo a partir de uma posição do alto.

O TRATAMENTO COM IBOGAÍNA

Para captar e entender melhor o que acontece, temos que olhar além dos números, tabelas, gráficos, índices e escutar e observar atentamente os dependentes que passam pelo tratamento, suas histórias, suas experiências após a administração desta poderosa substância, a ibogaína.

Todo processo psicossomático, intelectual e espiritual com a ibogaína é longo, profundo e muitas vezes bem doloroso, no sentido emocional, até mesmo apavorante. Se o dependente estiver disposto a enfrentar seus problemas, dores e traumas, o resultado será extremamente libertador, não só para o próprio dependente, como para seus familiares, amigos e até mesmo para a sociedade.

Lembrando que esse tratamento tem mais de 80% de eficácia enquanto os tratamentos convencionais têm apenas 10%.

Pare, observe e reflita: 

Quanto vale sua dignidade, sua autoestima, sua família, sua paz e sua tranquilidade?

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