Pular para o conteúdo principal

44% dos brasileiros são contra o aborto em caso de estupro!

Levantamento ainda mostrou que 7 em cada 10 são contra interromper gravidez indesejada, em qualquer circunstância.

A agência de pesquisa de mercado e inteligência Hello Research acaba de divulgar uma pesquisa mostrando que o Brasil está longe da fama de libertário que o País tem pelo mundo. Segundo o levantamento feito com mil pessoas com mais de 16 anos em 70 cidades de todas as regiões e classes sociais, sete em cada dez brasileiros são contra a qualquer forma de aborto.

Percentualmente, esse número se traduz em 72% dos entrevistados se posicionando contra a medida. Somente 15% deles se colocam a favor.

Mas o dado mais chocante da pesquisa é outro: 44% dos brasileiros são contra o aborto nos casos em que a mulher foi estuprada.  Mostrando uma divisão de opinião em relação ao tema, 44% são favor da medida em casos de vítimas dessa grave violência.

Fonte: Delas - iG
http://delas.ig.com.br/comportamento/2015-05-07/44-dos-brasileiros-sao-contra-o-aborto-em-caso-de-estupro-diz-pesquisa.html

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

IBOGAÍNA: A droga que cura a dependência

Tratamento com Ibogaína é o que existe de melhor para a reabilitação de dependestes de drogas ou álcool.


A Ibogaína é uma substância tirada da raiz de uma planta africana chamada Tabernanthe Iboga.
Na África a raiz da planta é chamada de “iboga” ou “eboka”, lá sempre foi usada para em rituais religiosos buscando a cura de doenças do corpo e também da alma. Essa raiz tem em torno de 12 alcalóides diferentes, dos quais o psicoativo ibogaína é apenas um, ainda existem a tabernatina ou a ibogamina, que também são psicoativos.

Hoje o principal motivo da procura pela Ibogaína tem sido por sua capacidade quase milagrosa no que se refere ao tratamento da dependência de drogas e do álcool.

O Brasil é um dos pioneiros envolvidos em estudos científicos e experiências que comprovaram que uma única administração de ibogaína é suficiente para acabar com os sintomas da abstinência e reduzir o desejo de uso de drogas durante muito tempo após a sua administração.

O uso da Ibogaína tem ajudado os toxi…

Por que os negros não comemoram o 13 de maio, dia da abolição da escravatura?

A Lei Áurea foi assinada pela princesa Isabel em 1888 A Lei Áurea, que aboliu oficialmente a escravidão no Brasil, foi assinada em 13 de maio de 1888. A data, no entanto, não é comemorada pelo movimento negro. A razão é o tratamento dispensado aos que se tornaram ex-escravos no País. “Naquele momento, faltou criar as condições para que a população negra pudesse ter um tipo de inserção mais digna na sociedade”, disse Luiza Bairros, ex-ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir). Após o fim da escravidão, de acordo com o sociólogo Florestan Fernandes (1920-1995), em sua obra "A integração do negro na sociedade de classes", de 1964, as classes dominantes não contribuíram para a inserção dos ex-escravos no novo formato de trabalho. “Os senhores foram eximidos da responsabilidade pela manutenção e segurança dos libertos, sem que o Estado, a Igreja ou qualquer outra instituição assumisse encargos especiais, que tivessem por objeto prepará-los para…

ANVISA - Um padrão duvidoso

A ANVISA muda as regras de uma hora para outra, foi assim com a "pílula do câncer" e com a "Ibogaína". É engraçado vermos que sempre que existe um medicamento de baixo custo e que pode salvar vidas, a ANVISA dá um jeito de bloquear a comercialização.

Como se não bastece proibir o comércio, ainda faz de tudo para barrar as pesquisas que poderiam provar mais do que já está provado.

No caso da Ibogaína, existem pelo menos duas universidades federais  com solicitação na ANVISA para a realização de estudos, parados a mais de 4 anos e sem respostas. No caso da Pílula do Câncer, fabricada pelo laboratório do Instituto de Química de São Carlos (IQSC-USP), tiveram que vender a patente para fora do país e retornar como Suplemente Alimentar.

Em contrapartida, milhares de medicamentos sem efeitos comprovados são liberados para a comercialização e até mesmo os genéricos já entraram na mira da mídia sobre seus efeitos não serem tão efetivos assim.

Os casos da ANVISA aceitar o q…